Ecos Ocos

Ecos Ocos – Esta chamada está a ser gravada

Performance poética que questiona a engrenagem, propondo um diálogo entre o estalido da máquina e o silêncio que nos contrai.

Em palco, os corpos oscilam entre a opressão do sistema e um otimismo lúdico, convidando o público a olhar para dentro, a questionar quem escolhe o silêncio e quem tenta redescobrir a fé como um ato de sobrevivência.

Este é um manifesto poético que recusa a mudez imposta, onde transformamos o intestino em útero e o coração em altar, culminando num vórtice de vozes — um grito de libertação, coletivo e visceral.

Coordenação e encenação
Li Alves
Mirko

Interpretação e textos
Ana Mendes Garcia
Ana Paula Anastacio
Bruna Calado
Catarina Rodrigues
Inês Falafogo
Natércia Nunes
Pedro Basto
Pedro Güerne
Tatiana Lemos
Tomás Cunha

Produção
Palavrar — Academia de Performance Poética de Almada

Organização
Palavrar — Academia de Performance Poética de Almada
Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Registo fotográfico
Alexandre Paixão

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